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19
Fev 11

Caros leitores/seguidores deste humilde Blogue, é com tristeza e um pouco de indignação que agarro esta oportunidade de escrever estas linhas.

  

A guerra contra a chulice, está a começar. Não subestimem o povo que começa a ter conhecimento do que nos têm andado a fazer, do porquê de chegar ao ponto de ter de cortar na comida dos filhos! Estamos de olhos bem abertos e dispostos a fazer quase tudo, para mudar o rumo deste abuso.

Toda a classe politica, incluindo a governante, [a saber, os que se governam...] de Portugal falam em cortes de despesas e aumentos de impostos a pagar.

pois bem vou aqui deixar algumas dicas, 29 possibilidades de se poupar e/ou fazer dinheiro neste País:

 

Comecem por

 

1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, etc.) dos três Presidentes da República retirados;

2. Redução dos deputados da Assembleia da República e seus gabinetes, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do pagode;

3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º empregos;

4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euros/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial e reforma respectivos.

5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porquê? E os aparelhos não são verificados porquê? É como um táxi, se uns têm de cumprir porque não cumprem os outros e não são verificados como podem ser auditados?

6. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821, etc...;

7. Redução drástica das Juntas de Freguesia... Acabar com o pagamento de 200 € por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 € nas Juntas de Freguesia.

8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas actividades;

9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc..., que se deslocam em digressões particulares pelo País;

10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e famílias e até, os filhos das amantes...

11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado e entes públicos menores, mas maiores nos dispêndios públicos;

12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a compras, etc;

13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes que vivem em tugúrios inabitáveis...

14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe total. HÁ QUADROS (directores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES, QUE NÃO NOS DÁ COISA PÚBLICA....;

15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS... pertencentes às oligarquias locais do partido no poder...

16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar;

17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado e entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado.

18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN e BPP;

19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e Quejandos, onde quer que estejam e por aí fora.

20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma recebe todos os anos.

21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam milhões ao erário público.

22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem a quadros do Partido Único (PS + PSD).

23. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP, que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo ao controle seja de que organismo independente for e fazendo a "obra" pelo preço que "entendem"...;

24. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas pretensamente "legais", sem controlo, e vivendo à tripa forra à custa dos dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efectivamente dela precisam;

25. Controlar a actividade bancária por forma a que, daqui a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra crise";

26. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com que paguem efectivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não prescrevem com leis à pressa, feitas à medida;

27. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos.

28. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e depois.

29. Pôr os Bancos a pagar impostos.

 

Assim e desta forma Sr. Ministro das Finanças e políticos deste País, recuperaremos depressa a nossa posição e sobretudo, a credibilidade tão abalada pela corrupção que grassa e pelo desvario dos dinheiros do Estado;

Portugueses, indignem-se, revoltem-se, utilizem o poder que têm, exerçam as vossas obrigações civicas.

 

MUDEMOS  NOSSA MENTALIDADE

VIVA PORTUGAL


24
Nov 09

Portugal desceu novamente no ranking anual sobre a percepção da corrupção, segundo um relatório hoje divulgado pela organização não-governamental Transparency International . O país obteve 5,8 pontos, numa escala de zero (altamente corrupto) a dez (altamente limpo), contra 6,1 pontos no ano passado, caindo da 32ª para a 35ª posição, entre 180 países avaliados.

 

Com todos os processos de corrupção que têm vindo a público nestes últimos anos, começando pelo "Apito Dourado" e acabando no "Face Oculta", passando por "Freeport", Portugal tem vindo a descer no kanking mencionado.

Este ano, os cinco países mais bem colocados são a Nova Zelândia (9,4), Dinamarca (9,3), Singapura (9,2), Suécia (9,2) e Suíça (9,0). Na cauda da lista estão a Somália (1,1), Afeganistão (1,3), Birmânia (1,4), Sudão (1,5) e Iraque (1,5).

Dentre os países europeus, os piores classificados são a Roménia (3,8), Grécia (3,8), Bulgária (3,8), Itália (4,3) e Eslováquia (4,5).
 

Apito Dourado e Somague

No que ao ranking da Transparency International diz respeito, os últimos anos têm sido negativos para Portugal: desde 2005 que o país tem vindo a baixar no índice. Relativamente ao relatório do ano passado, a TI explicou a descida da "atenção pública" dada a "investigações de corrupção envolvendo proeminentes do desporto" (processo Apito Dourado), bem como a "primeira investigação bem sucedida de uma doação ilícita a uma campanha" partidária (caso Somague/PSD).

E se estes eram os pressupostos em 2008, os casos de justiça noticiados a envolver indícios de corrupção não diminuíram passado um ano. A começar pelo caso Freeport e as suspeitas no licenciamento do outlet de Alcochete, que envolveu o nome do primeiro-ministro.

José Sócrates voltou a aparecer no caso Face Oculta, em que um ex-ministro do PS, Armando Vara, é arguido, mas porque foram detectadas escutas entre os dois no processo. Depois da privatização do BPN, devido à crise económica mundial, foi criada uma comissão parlamentar de inquérito que teve grande impacto mediático. E houve ainda Operação Furacão, lançada em 2005, envolvendo bancos e empresas, por prática de evasão fiscal, mas que foi tendo mais uns quantos episódios.

No Parlamento, nos últimos dois anos, houve muito debate sobre o tema e foram aprovadas as leis de Política Criminal, que definem as prioridades da política criminal, foi revisto o Código Penal, sendo igualmente aprovada a criação de um Conselho de Prevenção da Corrupção, na ressaca da discussão das medidas anti-corrupção do pacote João Cravinho e das propostas, chumbadas, de criminalizar o enriquecimento ilícito.
O que dizer de um país como este que não faz nada para responsabilizar os políticos que tem na sua governação, o que seria difícil acontecer, visto serem eles próprios a fazer as leis que nós necessitaríamos para endireitar tudo isto.

Qual o caminho?

Muito difícil de responder, não sei se estarão de acordo comigo, mas todos os comentários que tenho ouvido sobre o assunto, apontam os problemas mas não dão soluções, normalmente "é sempre da culpa do outro", alguém disse "errar é humano, culpar o outro é estratégico".

E aqui deixo mais uma opinião de um simples cidadão.

publicado por Luis Dias às 11:25

02
Out 09

Antes da tomada de Posse

O nosso partido cumpre o que promete.
Só os tolos podem crer que
não lutaremos contra a corrupção.
Porque, se há algo certo para nós, é que
a honestidade e a transparência são fundamentais.
para alcançar os nossos ideais
Mostraremos que é uma grande estupidez crer que
as máfias continuarão no governo, como sempre.
Asseguramos sem dúvida que
a justiça social será o alvo da nossa acção.
Apesar disso, há idiotas que imaginam que
se possa governar com as manchas da velha política.
Quando assumirmos o poder, faremos tudo para que
se termine com os marajás e as negociatas.
Não permitiremos de nenhum modo que
as nossas crianças morram de fome.
Cumpriremos os nossos propósitos mesmo que
os recursos económicos do país se esgotem.
Exerceremos o poder até que
Compreendam que
Somos a nova política.

 

Depois da tomada de posse

leiam o mesmo texto de baixo para cima

(Origem do texto desconhecida)


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